11/03/2015

Viagem à Europa parte 13 - Berlim, Alemanha

De todas as cidades que visitamos, Berlim era a única que eu já conhecia.
Quero dizer... eu tinha ido a Berlim no ano 2000, ou seja 14 anos antes, e a cidade me pareceu completamente diferente. Reconheci um ou outro museu e monumento. Ah! e claro os guindastes pra todo lado que marcam o céu da cidade sempre em construção.

Lá também encontramos uma amigo querido, o Flavio, que conhecemos em NY e que morou em Berlim em momentos diferentes. Ele nos contou como era a Berlin com muro e como era a Berlim logo depois que o muro caiu.

Esse museu absurdo fica em um dos lugares onde se podia atravessar da Berlim ocidental pra oriental. O Museu é uma coleçao sem pé nem cabeça e infinita. Mas vale a visita.

Crássica!

Sempre tem que ter esse passeio

Pelo fim da discriminaçano.

Museu das Coisas - um dos mais bacanas que fomos

Coleçoes de todos os tipos de coisas

Quaisquer coisas

É noix!

Ninguém é ilegal 

O Parlamento Alemão. A visita é gratis, mas é preciso ter ingressos.
Portal de Brandemburgo

Parou de chover

Memorial do Holocausto. Andando por dentro dele me senti judia pela primeira vez. Super estranho.

Entao... obras na entrada da Ilha dos Museus

Mariana ficou chocada com o Pergamonmuseum

O museu dá uma mistura de deslumbre e raiva
O Neues Museum e sua arquitetura imperdível

A Ilha dos Mortos, de Arnold Bocklin, no Alte Nationalgalerie

Alexanderplatz parece saida de um filme de ficção científica

A erva do diabo
Karaokê de Mauerpark.

Eu não resisto a street art




Dois famosos no flagra! D.Mari e Amigo Flavio curtindo a noite de Berlim

Um comentário:

  1. Os quatro dias que passei em Berlim também foram marcantes, Bárbara. Fui ao Pergamon, à Alexanderplatz, ao Pergamonmuseum (eu me odiei mil vezes por não ter uma foto como a da Mari na Babilônia!), onde também senti deslumbramento e muita raiva, ao Portal de Brandemburgo, ao Parlamento... Enfim. À época, eu nunca tinha ouvido falar do museu do holocausto, mas entrei na Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche, a igreja semidestruída e assim conservada, e caminhei por algumas ruas onde se veem as marcas das balas de metralhadora dos russos nas paredes dos edifícios, quando eles tomaram a cidade. É uma experiência forte estar em Berlim, que, por outro lado, é também um lugar hipermoderno, e onde o povo é extremamente agradável e gentil.

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